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FUNDAÇÃO INFÂNCIA FELIZ VENCE O PRÉMIO NACIONAL DE DIREITOS HUMANOS NA CATEGORIA ONGs

No dia 10 de Dezembro a Comissão Naconal dos Direito Humanos e a Cidadania realizou a gala de entrega de Prémio Nacional Direitos Humanos 2013 sob o lema âmbito da comemoração do Dia Internacional dos Direitos Humanos , sob o lema “20 anos trabalhando pelos seus direitos”.

O evento decorreu  no Salão de Banquetes da Assembleia Nacional, pelas 18 horas, e contou com os discursos da Presidente da Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania, Zelinda Cohen; da Coordenadora Residente do Sistema das Nações Unidas em Cabo Verde, Ulrika Golinski; e do Ministro da Justiça, José Carlos Correia.
A Fundação Infância Feliz foi eleita a vencedora do prémio na categoria “ONGs”, compreendendo instituições regularmente estabelecidas no território nacional que merecerem especial destaque pelas acções ou actividades desenvolvidas no domínio dos Direitos Humanos e da Cidadania. Esta categoria teve financiamento da CVTelecom. Ressalta-se que a Fundação Infância Feliz “Com onze anos de existência e actuação em várias ilhas, a instituição tem apostado na melhoria das condições de vida da camada infanto-juvenil, a nível da saúde, alimentação, mediação de conflitos e educação.”

 

Na categoria Personalidade, financiada pelo Gabinete do Primeiro-Ministro, o vencedor foi Honório Fragata. Natural de Angola, mas residente em Cabo Verde há três décadas, participou na fundação de várias instituições de carácter juvenil na Cidade da Praia e não só. A sua obra mais conhecida são as Tendas El-Shadai.

Relativamente categoria Estudo Científico, financiado pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência e Inovação, o júri escolheu o trabalho “Filosofias da Imigração: Cosmopolismo versus Comunitarismo”, de Irene Santos da Cruz, destacando a cientificidade e a pertinência na abordagem do tema da imigração.
Na categoria Combate à Violência e Promoção da Cultura da Paz, o vencedor foi o Projecto Simenti, uma instituição que tem contribuído para a prevenção da violência juvenil na Cidade da Praia, sobretudo no bairro de Achada Grande Frente. O prémio nesta categoria foi financiado pelo Escritório Regional da UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, em Dakar.
O programa contemplau  algumas  actividades culturais, nomeadamente a actuação das crianças da Associação Cabo-verdiana de surdos, do bailarino Djam, do grupo Mon na Roda e do violinista Noel Fortes.

Na gala foram ainda atribuidos menções honrosas a todas as categorias.

 

O Prémio Nacional Direitos Humanos,  tem uma periodicidade bienal, consiste na atribuição de uma quantia de 250.000ECV, um diploma e uma escultura denominada “Pomba Crioula”, da autoria do conceituado artista plástico cabo-verdiano Leão Lopes. Foi instituído em 2007, e tem como objectivo distinguir instituições e personalidades que, com as suas acções, conduta ou actividade têm contribuído para a promoção, estudo e defesa dos Direitos Humanos e da Cidadania em Cabo Verde.

Recorde-se que em 2012 foi publicada uma brochura sobre o Prémio, com o objectivo de ampliar a divulgação do concurso, considerado fundamental para o reforço e incentivo às boas práticas existentes na sociedade cabo-verdiana a nível de Direitos Humanos e Cidadania.